desde que o ano virou, e o visto saiu, e a gente voltou, as coisas começar a dar muito certo/errado.
ao mesmo passo que tudo que eu pedi - e como pedi - foi indo para o seu devido lugar, o meu coração foi ficando mais angustiado, mais apertado, mais perdido e sem saber muito bem o que/como sentir.
a chegada na casa do Danilo foi dificil, porque desde que eu cheguei a relação com eles esta MUITO dificil. eh difícil em mil esferas que eu não sei descrever.
eh dificil porque nao tem grana, cliente, tem a relação pessoal deles com eles, comigo, a sensação de ser a bola da vez que não passa e que me angustia.
eu to realmente emocionalmente exausta de tudo isso.
e ainda que eu saiba o quanto eh bom escrever, e o quanto escrever esclarece, eu sinto que venho deixando os dias pensando no problema (quase uma escrita mental) mas não estou resolvendo muito nada - embora ja tenha evoluído sim, muito.
(paro para mandar uma mensagem que anda no caminho que eu quero andar e isso eh bom e reconfortante. ja me sinto mais animada, me movendo para algum lugar)
(ligo Dido. porque eu sou uma pessoa de hábitos)
do nada me vem um vontade impensável de voltar a adolescência e a falta de problemas. e ao papai.
fuck. ate a dido me faz chorar de saudade do papai.
tudo me faz chorar de saudade do papai...
parece que eu vou deixando o tempo passar, e tentando fechar a ferida. mas quanto mais frágil eu estou (emocionalmente), também mais a flor da pele eu fico. e mais eu choro, por tudo e por nada.
(eu sinto essa necessidade de contextualizar, pq em algum ponto eu do futuro preciso me reler para me visitar, e entender porque eu estou sentindo isso - mas ao mesmo tempo, eh sempre tudo e tanto, que eu não sei muito bem como continuar).
mas vamos a onde eu queria chegar (aonde ou a onde? a onde, ne? vamos ate onde eu queria chegar...)
procrastinacao.
um dia todo (ou tres, mas nao quatro pqe hoje eu não vou permitir) de fazer nada. ligada completamente no automático.
sabe a angustia que isso da?
absurda.
ai vamos a meditacao. saio de la nova. eh incrivel. (ali, a situacao, estar com a Gi aqui em casa vivendo isso tudo comigo), mas ai uma mensagem me desestabiliza, me bagunça.
e eu percebo que, de fato, nao da pra ficar como esta.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
todo o peso do mundo nas costas
a vida tem andado assim. um 7x1 todo dia. mas agora, passou do limite. extrapolou. abusou.
parece que é o que me disse a menina do garoto: toda vez que sinto que as coisas estão prestes a se realizar, vem a vida e me arranca tudo a força, num movimento rápido, mas profundo. como uma facada no pescoço, daquelas que quase mata, mas não mata.
te deixa ali.
naquela sobrevida.
o sangue escorre de você, de conta gotas. o ar vai rareando, fica mais difícil respirar.
choro.
choro.
e aí vai vindo aquele calor. aquela sensação de duvidar, que controla todos os sentidos e os movimentos.
***
dentro daquela sala em plena wallstreet a notícia de que a vida não é mais o que eu tentei fazer dela. o chao se abriu 33 pisos abaixo dos meus pés e eu fui caindo caindo caindo.......
muda tudo. corre com tudo. poe a vida on hold e recomeça. outra vez.
dessa vez não fui eu quem chutou o balde.
o balde que me chutou.
ou - well... - quem é o grande responsável por esse circo todo.
***
eu poderia falar só sobre ele e sobre as escolhas erradas que tomamos a vida. e essa foi. mas chega, porque já foi gasta energia demais, e agora é hora de encontrar forças sabe Deus lá aonde. sabe a vida lá aonde.
que seja.
vou ver minha mãe, vou ver meus amigos, vou me agarrar no meu irmão.
espero que o dudu me veja, e que a gente se veja, e que a gente passe por cima pisoteando mais essa, fortes e impávidos. que a gente encontre tanta luz dentro da gente, que pareça a times square.
parece que é o que me disse a menina do garoto: toda vez que sinto que as coisas estão prestes a se realizar, vem a vida e me arranca tudo a força, num movimento rápido, mas profundo. como uma facada no pescoço, daquelas que quase mata, mas não mata.
te deixa ali.
naquela sobrevida.
o sangue escorre de você, de conta gotas. o ar vai rareando, fica mais difícil respirar.
choro.
choro.
e aí vai vindo aquele calor. aquela sensação de duvidar, que controla todos os sentidos e os movimentos.
***
dentro daquela sala em plena wallstreet a notícia de que a vida não é mais o que eu tentei fazer dela. o chao se abriu 33 pisos abaixo dos meus pés e eu fui caindo caindo caindo.......
muda tudo. corre com tudo. poe a vida on hold e recomeça. outra vez.
dessa vez não fui eu quem chutou o balde.
o balde que me chutou.
ou - well... - quem é o grande responsável por esse circo todo.
***
eu poderia falar só sobre ele e sobre as escolhas erradas que tomamos a vida. e essa foi. mas chega, porque já foi gasta energia demais, e agora é hora de encontrar forças sabe Deus lá aonde. sabe a vida lá aonde.
que seja.
vou ver minha mãe, vou ver meus amigos, vou me agarrar no meu irmão.
espero que o dudu me veja, e que a gente se veja, e que a gente passe por cima pisoteando mais essa, fortes e impávidos. que a gente encontre tanta luz dentro da gente, que pareça a times square.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
verao
aquela bagunca. cor. musica. luz. bronze.
aquele cheiro.
comida. comida boa. se encher de tudo que eh bom.
pele bronzeada. festa. muda os planos.
banho, biquini, carnaval, bloco, beijo, pele, bloco, carrinho de supermercado, vinho e baseado.
aquele cheiro.
comida. comida boa. se encher de tudo que eh bom.
pele bronzeada. festa. muda os planos.
banho, biquini, carnaval, bloco, beijo, pele, bloco, carrinho de supermercado, vinho e baseado.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
de vez em quando eu me pego olhando as pessoas que fizeram parte da minha vida e hoje ja nao sei nem mais pra que lado andaram. gente que estudou comigo na escola, na faculdade, que foi amigo de verao, de play, de rua, gente que cresceu perto, filho de amigos dos meus pais, gatinhos (ou nem tao gatinhos assim) do passado, etc.
hoje mesmo tava contando pro dudu um verao que eu "namorei" um carinha que passou o verao viajando. quando a gente se reencontrou eu ja nao queria mais nada com ele. tempo perdido.
lembrei outro dia de um amigo da escola q era muito amigo, que eu passava as tardes junto fazendo nada, que eu era super grudada - e ai do nada, la atras, ele acabou indo pra faculdade, casou, teve filho. tudo cedo, tudo rapido, e eu nunca mais nem falei.
sei la. mil historias.
ai agora tava eu aqui, olhando no facebook uns irmaos que estudaram comigo na escola, la em itaperuna e que eu suponho que sejam medicos. pode ser puro preconceito meu, e se olhar de um jeito com amor da ate pra achar isso bom, mas olhando daqui parece que nao passou um dia. que seguem os mesmos. mesmas historias, mesmos objetivos, mesmos amigos, mesmos lugares, mesmos sonhos, ate as mesmas roupas.
nao olho pra isso com desafeto. olho com um pouco/muito de alivio. mas ao mesmo tempo sei que independente de onde eu esteja eu sou sempre essa metamorfose ambulante e ia ser absolutamente impossivel eu seguir fazer o que quer que fosse por tanto tempo.
quanto mais longe e louco a vida me leva, mais um vou curtindo o caminho. me adaptando as mudancas, me jogando nas novidades. e ai eu olho pra tudo e me acho mega careta, e penso que nao me arrisco, e penso que nao faco nada de novo nunca. dai do nada vem um tapa na cara desses numa terca feira, bem na hora do almoco, dizendo "vc acha que muda pouco? olha ao seu redor - ou pelo menos o que costumava ser o seu redor"
porque redor redor mesmo nao eh, ne. ao meu redor, downtown miami, um monte de celular tocando, uma correria daquelas. uma vida totalmente diferente do que eu tinha ha um mes e meio atras. tudo novo de novo. e la vamos nos. qual a proxima mudanca?
(gostaria imensamente que fosse i) aproveitar verdadeiramente o verao ii) virar uma pessoa dessas fitness malucas por uns 6 meses ate chegar no corpo / habitos certos - depois relaxar, mas mais consciente). por enquanto estava bom. bronze e saude. temos cachorro. temos loucura correria DDM. temos vida pulsando. temos dudu fazendo o que gosta. prazos. mais correria. ah! em breve tem NY! uhul.
hoje mesmo tava contando pro dudu um verao que eu "namorei" um carinha que passou o verao viajando. quando a gente se reencontrou eu ja nao queria mais nada com ele. tempo perdido.
lembrei outro dia de um amigo da escola q era muito amigo, que eu passava as tardes junto fazendo nada, que eu era super grudada - e ai do nada, la atras, ele acabou indo pra faculdade, casou, teve filho. tudo cedo, tudo rapido, e eu nunca mais nem falei.
sei la. mil historias.
ai agora tava eu aqui, olhando no facebook uns irmaos que estudaram comigo na escola, la em itaperuna e que eu suponho que sejam medicos. pode ser puro preconceito meu, e se olhar de um jeito com amor da ate pra achar isso bom, mas olhando daqui parece que nao passou um dia. que seguem os mesmos. mesmas historias, mesmos objetivos, mesmos amigos, mesmos lugares, mesmos sonhos, ate as mesmas roupas.
nao olho pra isso com desafeto. olho com um pouco/muito de alivio. mas ao mesmo tempo sei que independente de onde eu esteja eu sou sempre essa metamorfose ambulante e ia ser absolutamente impossivel eu seguir fazer o que quer que fosse por tanto tempo.
quanto mais longe e louco a vida me leva, mais um vou curtindo o caminho. me adaptando as mudancas, me jogando nas novidades. e ai eu olho pra tudo e me acho mega careta, e penso que nao me arrisco, e penso que nao faco nada de novo nunca. dai do nada vem um tapa na cara desses numa terca feira, bem na hora do almoco, dizendo "vc acha que muda pouco? olha ao seu redor - ou pelo menos o que costumava ser o seu redor"
porque redor redor mesmo nao eh, ne. ao meu redor, downtown miami, um monte de celular tocando, uma correria daquelas. uma vida totalmente diferente do que eu tinha ha um mes e meio atras. tudo novo de novo. e la vamos nos. qual a proxima mudanca?
(gostaria imensamente que fosse i) aproveitar verdadeiramente o verao ii) virar uma pessoa dessas fitness malucas por uns 6 meses ate chegar no corpo / habitos certos - depois relaxar, mas mais consciente). por enquanto estava bom. bronze e saude. temos cachorro. temos loucura correria DDM. temos vida pulsando. temos dudu fazendo o que gosta. prazos. mais correria. ah! em breve tem NY! uhul.
sábado, 15 de julho de 2017
no vai e vem dos seus quadris
tantos anos depois e eu te acho lindo. delicioso. e eu adoro tanto tudo em você.
sobretudo, quando é sábado e a gente tá jogado na cama, com as pernas entrelaçadas, e você deixa a mão na minha bunda, esquentando com carinho meu corpo, e sua barba passeia na minha nuca, e eu ganho um monte dos seus beijinhos doces no meu/seu ombro.
sexta-feira, 14 de julho de 2017
nao foi pqe vc pediu
ontem uma das criaturas que le/lia esse blog me mandou um email.
o sentimento obvio ululante e natural foi "irca. parem de ler o que eu escrevo aqui.
mas depois achei fofinho.
fofinho e irca. irca e fofinho.
vcs sao insuportaveis. <3 p="">
mas nao foi por isso que eu vim escrever.
foi pqe hoje foi mais um daqueles dias que passam lento, e quanto mais lento, mais lento, e mais lento e maaaaaaahhh (isso foi um bocejo. isso ainda esta sendo um bocejo). (segundo bocejo).
(ler bocejo tambem faz a gente bocejar, sabia?)
VOCE TAMBEM! voce bocejou que eu sei. (se vc, cretino, esta lendo isso aqui, no caso.)
o que era mesmo que eu tinha pra dizer?
ah. bridget jones.
(meu Deus, 378912389 bocejos. HELP!)
bridget jones.
sobre ela 1) que eu tava tacada no sofa, de chamego com a familia toda - leia-se eu dudu e pastramizinho e não tava nem tchun pro celular (pensem, luisa e seu nivel de ansiedade e nem tchun pro celular - algo tinha que acontecer no mundo). quando eu senti saudade do bichinho, la estavam, 5 ligacoes perdidas. mas eu rapida que sou transformei a oportunidade quase perdida em nova oportunidade. recomeco, que eh assim que a gente gosta por aqui. vira do avesso, quebra a rotina, se desafia - um ano depois e finalmente agora eu atendo por parte da equipe de PR da DDM e isso eh uma das coisas mais bacanas desse planeta todinho (ou pelo menos vai ser nos dias que eu tiver o que fazer e as pessoas nao estiverem em LA e o ar nao estiver tao geladinho e o sono nao estiver me dominannnzzzzzz... BOCEJOS BOCEJOS).
2) TODA vez que eu leio/assisto bridget jones me da uma vontade incontrolavel de escrever. porque o escrever pra mim tem essa coisa de tirar de dentro as coisas que estao afligindo e de alguma forma eu comeco totalmente sem saber onde eu quero chegar, e desse jeito esquizofrenico e baguncado eu acabo concluindo sempre alguma coisa (mesmo que eu conclua o como eu sou ruim de escrever e de tirar conclusoes).
hoje eu to, mais uma vez, escrevendo sobre a necessidade de escrever. porque caralho eu nao consigo escrever sobre os outros assuntos que passam na minha cabeca o dia inteiro e toda vez que eu abro esse blog eu acabo pensando na elisa e nao pondo nada em pratica?
que seja.
vou falar de traicao. porque essas ultimas semanas foi tudo que se falou ao meu redor. meus amigos trairam, foram traidos, terminaram, brigaram, voltaram, choraram. e eu ao telefone. ainda bem que chegamos naquela epoca da vida que a internet eh boa o bastante pra ficar 1 hora no facetime e quase nao cai. (em 5 anos vamos estar nos comunicando como, falar nisso?!)
enfim. traicao. que palavra pesada ne. tem tanto jeito de trair. tem quem trai sem trair, quem nao trai traindo, quem trai porque ta afim, quem trai pq ta mto afim, quem trai so porque ja se acostumou, quem trai porque ta doidao, quem trai porque o outro nao liga. tem quem trai sendo super leal e que eh mega desleal e super fiel. life is crazy.
and short.
o unico dia de ser feliz eh hoje, meu povo. conclusao? sejam felizes. facam o que tiverem vontade. respeitem as pessoas, porque a pior coisa nessa vida eh decepcionar quem a gente ama. e toca o barco.3>
o sentimento obvio ululante e natural foi "irca. parem de ler o que eu escrevo aqui.
mas depois achei fofinho.
fofinho e irca. irca e fofinho.
vcs sao insuportaveis. <3 p="">
mas nao foi por isso que eu vim escrever.
foi pqe hoje foi mais um daqueles dias que passam lento, e quanto mais lento, mais lento, e mais lento e maaaaaaahhh (isso foi um bocejo. isso ainda esta sendo um bocejo). (segundo bocejo).
(ler bocejo tambem faz a gente bocejar, sabia?)
VOCE TAMBEM! voce bocejou que eu sei. (se vc, cretino, esta lendo isso aqui, no caso.)
o que era mesmo que eu tinha pra dizer?
ah. bridget jones.
(meu Deus, 378912389 bocejos. HELP!)
bridget jones.
sobre ela 1) que eu tava tacada no sofa, de chamego com a familia toda - leia-se eu dudu e pastramizinho e não tava nem tchun pro celular (pensem, luisa e seu nivel de ansiedade e nem tchun pro celular - algo tinha que acontecer no mundo). quando eu senti saudade do bichinho, la estavam, 5 ligacoes perdidas. mas eu rapida que sou transformei a oportunidade quase perdida em nova oportunidade. recomeco, que eh assim que a gente gosta por aqui. vira do avesso, quebra a rotina, se desafia - um ano depois e finalmente agora eu atendo por parte da equipe de PR da DDM e isso eh uma das coisas mais bacanas desse planeta todinho (ou pelo menos vai ser nos dias que eu tiver o que fazer e as pessoas nao estiverem em LA e o ar nao estiver tao geladinho e o sono nao estiver me dominannnzzzzzz... BOCEJOS BOCEJOS).
2) TODA vez que eu leio/assisto bridget jones me da uma vontade incontrolavel de escrever. porque o escrever pra mim tem essa coisa de tirar de dentro as coisas que estao afligindo e de alguma forma eu comeco totalmente sem saber onde eu quero chegar, e desse jeito esquizofrenico e baguncado eu acabo concluindo sempre alguma coisa (mesmo que eu conclua o como eu sou ruim de escrever e de tirar conclusoes).
hoje eu to, mais uma vez, escrevendo sobre a necessidade de escrever. porque caralho eu nao consigo escrever sobre os outros assuntos que passam na minha cabeca o dia inteiro e toda vez que eu abro esse blog eu acabo pensando na elisa e nao pondo nada em pratica?
que seja.
vou falar de traicao. porque essas ultimas semanas foi tudo que se falou ao meu redor. meus amigos trairam, foram traidos, terminaram, brigaram, voltaram, choraram. e eu ao telefone. ainda bem que chegamos naquela epoca da vida que a internet eh boa o bastante pra ficar 1 hora no facetime e quase nao cai. (em 5 anos vamos estar nos comunicando como, falar nisso?!)
enfim. traicao. que palavra pesada ne. tem tanto jeito de trair. tem quem trai sem trair, quem nao trai traindo, quem trai porque ta afim, quem trai pq ta mto afim, quem trai so porque ja se acostumou, quem trai porque ta doidao, quem trai porque o outro nao liga. tem quem trai sendo super leal e que eh mega desleal e super fiel. life is crazy.
and short.
o unico dia de ser feliz eh hoje, meu povo. conclusao? sejam felizes. facam o que tiverem vontade. respeitem as pessoas, porque a pior coisa nessa vida eh decepcionar quem a gente ama. e toca o barco.3>
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