sábado, 21 de fevereiro de 2026

2026

meu momento eureka.

primeiro eu descobri que o segredo estava em olhar pro passado. 

hector
fiz uma viagem no tempo/espaço. me enfiei na melhor carona do mundo rumo a itaperuna. eu, hequinho e as historias do passado, as fofocas dos ultimos tempos. as saudades, as gargalhadas, a estrada sem fim. as mil besteiras de comer e as mil bobeiras de falar.

paula | helder | larissa | pedro | georgia | diego 
chegando la eu me aboletei na casa da paulinha - com pastrami e tudo. babado, confusão e muita gritaria em forma de latidos; saímos pra jantar com a minha turma. a turma que eu amo e que faz sentido na minha vida. e ai foi hora de reviver mais e mais e mais. mais historias, encontros, romances, o theodosio, a cidade que parece que parou no tempo (com rápidos cortes secos para edificações absolutamente modernas e cafonas) e que foi absolutamente abandonada pelo poder publico.

dez anos de américa depois, minha regua estetica para as cidades de fato subiu muito no quesito organização. e o brasil realmente deixa muito a desejar. mas o rio vc finge que não ta vendo, pqe deu dois passos, botou a cara na avenida atlântica, e de repente tudo é perfeito outra vez. mas ITAPERUNA, meu irmão, é de fuder.

foi excelente sentir isso de novo. bode, um pouco de nojinho, um monte de preguiça. lembrar do pqe eu não me encaixava ali e pqe eu quis ir pro mais longe que eu pude daquilo tudo.

do outro lado, foi absolutamente delicioso sentir aquele amor dos meus amigos entrando por todos os meus poros. andar pela casa que foi dos meus pais e hoje é da minha melhor amiga, comer a pipoca com cheiro de adolescencia, de uma hora para outra ter certeza de o que tem de verdade valor na vida.

a viagem continuou com um presente: um respiro que eu não sabia o quanto precisava.

fomos passar uns dias em pedra menina, conhecer a casa vizeu, e desligar. desconectar. sentir cheiro de mato, gosto de café, som de música que eu nem lembrava mais que conhecia. comi, bebi, comi, bebi. e dormi. coloquei o corpo no lugar. e a cabeça começou a ligar os pontos...

joão
voltei para itaperuna porque eu precisava de um tempo com joão. as risadas que ele tira de mim são únicas. e é claro que ele precisa contar pra todo mundo que o meu primeiro beijo foi com ele. e é claro que eu sempre preciso fechar a historia me auto sacaneando e dizendo que foi assim que ele virou viado.

laura
segui viagem até campos - na outra melhor carona do mundo. aos sons de borboletinha, mais conversas do presente que do passado. mesmo com o passado sempre tão vivo pelo amor, o presente é só estar. tem gente que a gente nem precisa dizer muito - e fui ver minha prima.

natalia
família. calma. aconchego. visitei outros momentos do passado. outros sonhos, outras historias. aprendi mais sobre o agora. fui me acostumando com o descolamento do tempo. fui trazendo tudo para um corpo só. a luisa criança de 5 anos, a luisa agora de 37. o rei leão, as delicias da padaria, o desejo incontrolavel de devorar a mesa inteira.

jail
era pra voltar pro rio; era pra voltar e ir pro sana. mas ai meu ser favorito no mundo disse "se arruma que eu to passando pra te pegar" - e foi assim que eu, jail, pastrami e cassiano na barriga fomos parar em chapéu de sol. parecia bom, ficou ótimo, quase perfeito. e ai chegou CHAPÉU DE SOL.

tem lugar que não da pra gente explicar o que sente. tem lugar que simplesmente é. é lá onde eu fui feliz demais do lado da minha familia - e é lá, naquelas águas, que meu pai descansa leve. as casuarinas, as comidas de tia bali, as brincadeiras com a culi, a briga por politica com gugu.

fim da visita ao passado.
volta ao rio; viagem de ônibus. pastrami se comportou. apaguei.

eu já sei como foi que eu cheguei até aqui. mas eu não conseguia fazer a menor ideia do que eu queria à partir daqui. no começo de dezembro eu vim pro rio com tudo que eu realmente precisava; e o resto ficou guardado num storage. bem a moda "volto quando puder". e ai fui ficando dos 60 da mamãe pro natal, pro ano novo, e com a certeza absoluta que eu não podia voltar "no combinado". estiquei a corda o quanto deu (e aqui estou eu escrevendo depois de um carnaval daqueles inesquecíveis).

eu fiquei me perguntando que que eu fui fazer em miami - e lembrei que eu tava só querendo construir uma carreira pra mim. eu tomei a maior lapada que alguém que eu amei já me deu na vida. que foi terrível, dolorido e absolutamente fundamental para eu aprender muitas coisas.

e eu fui entendendo que eu meio que já construí essa carreira; e que agora a banda talvez possa tocar um pouco mais no meu ritmo. mais no ritmo do brasil.

o segundo passo foi olhar com muito muito cuidado pro futuro.

rafael
foi quando eu fui a floripa. um grandessíssimo estouro de tudo isso de uma vez só. sem cigarro como eu tava acostumada, vou dar minha cara pra bater outra vez. e dessa vez, pra mudar o rumo da prosa, o surto foi todo meu. e rafael foi impecável em me fazer olhar pra mim - com um olhar de amor e um pouquinho de desdém. desses que ele sabe fazer bem; mas que junto a decepção tão latente do momento, foi um ensinamento daqueles. perfeito. e delicioso. graças a deus.

flavia | anna | marilia
depois vieram as meninas. ahhh, minhas meninas. elas me lembram tanto de mim e do pqe eu sou amada, pqe eu mereço ser amada. mas também me lembraram que eu não sou mais aquela pessoa. e que talvez a pessoa que eu sou hoje não mereça tanto ser amada quanto aquela merecia. e talvez eu devia ser um pouco mais daquela. mais leve, que reclama menos, e que vive mais o presente. que está, que se entrega, que ama, que dança, que aproveita o dia, que toma a rua, a cidade, a playlist toca no ritmo dela.

raissa
e ai para seguir a lista dos reencontros impossiveis de não viver eu fui encontrar a rah - ver aquela luisa da bazis. braba, focada, amorosa, dedicada. e eu vi muito dela na luisa da brazilian lumber. os mesmos defeitos. as qualidades melhoraram. mas os defeitos meio que continuam os mesmos.

é como se eles adormecessem de tempos em tempos - e ai eu esqueço, volto a fazer tudo outra vez exatamente qdo me sinto mais segura e confortável; e enfio os pés pelas mãos. eu me pego pensando que talvez a minha versão mais intima e mais segura é uma prega. que eu preciso me transformar em alguém melhor.

ao passo que no meio disso eu achei de bom tom entender o mercado e falar com uns 35 head hunters e afins, aqui, cá, acolá.

todas essas reflexões enquanto eu me dou conta que eu não to feliz nos estados unidos. que eu não perdi nada lá e que tudo que eu preciso tá aqui do meu lado. e o trabalho foi escorrendo pelos meus dedos... eu fui me desconectando de tal forma que eu cheguei no ápice do meu burn out...

até o momento que eu gritei EUREKA.

a resposta estava ali dentro de mim. naquela parte de mim que eu chamo de ara. é minha paris.

we will always have paris.

a ara é a minha versão PJ. pro bem e pro mal. então que eu colha louros. me lembrei de tudo que eu fiz, de com quem eu trabalhei, de quem gosta de mim. lembrei que além desse monte de gente que me conhece muito e que me ama (e também quem me conhece muito e me odeia agora) eu lembrei que eu sou esse ser cheio de defeitos e de talentos.

lembrei que eu sou boa em um monte de coisa. mas quanto mais eu falava com as pessoas, mais esse monte de coisa se empilhava em barris em cima das minhas costas e da minha consciência. pra onde eu vou? o que que eu quero?

julian
além de julian, no caso - que ai é uma obsessão para elocubrar com calma num ambiente ainda mais privado.

pensei em 3 possibilidades de caminhos: i. a ara ii. a luisa executiva iii. a luisa figura publica

eu precisava encontrar qual eu deveria focar; mas eu ia começar pela ara porque todo o gás tava ali dentro de mim precisando sair para algum lugar. foi ai que eu criei um produto de A a Z em 24 horas e comecei a fazer ele rodar.

até agora deu mais certo que errado. mas ainda não vendi. então agora é hora de começar a segurar a onda com os investimentos em aprendizados e ser mais estratégica.

tem também a opção de me organizar para buscar uma vaga executiva. mais qual? haja conversa, haja terapia, haja ansiedade. eu tenho tantos caminhos, eu abri tantas portas (fechei no soco umas outras...), eu percebi que o que mais me consome é a minha falta de esforços focados. é como se eu quisesse sempre fazer tudo ao mesmo tempo o tempo todo.

e como se 2 caminhos não fossem o bastante, ainda tem sempre aquele terceiro que fica buzinando na minha orelha: expor minha vida na internet em troca de atenção barata. é a que eu tenho mais preguiça. perco sempre o foco.

nesse interim eu fui hablando e hablando, pensando e pensando, ruminando e ruminando. e pensando meio que eu ia andar cada uma dessas coisas pra um lado e ver onde é que isso ia dar. 

e foi quando chegou o carnaval.

enfim, o PRESENTE.

meu amado carnaval. que saudade. que delicia. que exaustão. que sour. que gostoso. que tesão. que alegria. que arrepio. que sentido que tudo isso faz.

carol | mafe | julia | anne | gama | tim | victor
tudo uma grande confusão, bem como sempre deve ser.

fernando | luiz | renato | juan
beijar na boca no carnaval é obrigatório. mas como diz o outro, a pista tá salgada. precisei me ater basicamente aos famosos contatinhos, que graças ao bom deus seguem batendo um bolão.

o epítome do sentir. meu corpo em estado de êxtase.
eu lembrei de quem eu sou. eu lembrei do que me preenche. eu lembrei de quem eu preciso de fato perto de mim. eu sei onde é que eu to gastando meu tempo. eu sei onde que eu preciso me dedicar mais. eu sei onde eu preciso curar e focar agora.

e mamãe me chama pro jazz proibidão. 

sentada ali bem na quinta direita do segundo andar do circo voador, com as pernas penduradas, o coração batendo acelerado, os sentimentos todos misturados e confusos e completos finalmente fazendo sentido.

MÚSICA. música, luisa.

a resposta é tão óbvia que é impressionante eu cair na mesma cilada duas vezes.
eu já tinha concluído isso ha um pouco mais de um ano. eu lembrei que eu sempre sempre sempre voltava pra musica. que é a musica que me faz ser e sentir sempre. que me preenche. me leva pra mim. pra dentro.

minha cabeça rodando rodava mais que os casais...

eu só tinha certeza que era esse o caminho. eu precisava escrever sobre a música que eu tava sentindo. filmar, viver. 

eu tinha certeza com o que fazer nos planos A, B e C: música.

tudo andando junto para um mesmo lugar. vou criar um produto para a música.
vou fazer um super conteúdo legal.
vou construir toda uma historia com tudo que eu aprendi.

ao mesmo tempo, vou dançando o dança dos empregos.
executiva no brasil.
me da a paz que eu preciso - e meio que justifica todos os 10 anos de america.

enquanto tudo isso acontece, eu uso a vida pra imitar a arte (da social media) e a arte pra imitar a vida. e vou me colocando em ambientes mais musicais.
a musica vai me salvando e eu vou me achando, nota por nota.

acho que o presente me diz isso, de uma vez por todas, pulsando muito forte.

É A MÚSICA. E EU TO PRONTA PRA SER UMA BLOCO INTEIRO DO MELHOR DE MIM.





sexta-feira, 9 de maio de 2025

se eu fizesse a bridget jones...

e contasse os cigarros, hoje eu diria que passei dos 10 (baseados).

PRECISO PARAR DE FUMAR REGULARMENTE.

se eu contasse as calorias eu diria que arrasei. comi bem, todas as refeições e em quantidades decentes. e malhei pelo terceiro dia consecutivo. e arrasei no meu trabalho. fechei o FUTBOL SITES, o parceiro que eu queria pra esse evento.

vai dar certo.

HABEMUS GOL'N'GROOVE!

e habemus papam também.
a fumaça branca subiu hoje. aqui em casa, mais de 10 vezes, graças a deus.

cada uma pra comemorar uma conquista do dia: o GNG, a academia, a comida, as msgs que eu adorei receber.
me sinto muito mais pronta pra encarar a semana que vem, o voo, a casa, a bagunça, o casamento, a separação, os móveis, as caixas, os amigos, o caos. 

***

tudo bem. eu to bronzeada, e eu sempre vou ter o rio de janeiro.
e pelo visto tem outras coisas que eu sempre vou ter...

e outras não.

agora eu só quero aproveitar o tempo, pqe a verdade é que nada vai ser resolver na velocidade que eu realmente gostaria/preciso. pqe o tempo não é meu. e eu não controlo isso. e nem nada. e talvez esse seja o grande aprendizado agora. é hora de deixar a pressão abaixar. 

quarta-feira, 7 de maio de 2025

só louco amou como eu amei

só louco quis o bem que eu quis.

oh... insensato coração... 
pqe me fizeste sofrer?
pqe de amor para entender é preciso amar.

***

essa semana a nana morreu, e eu vim escrever aqui no insônia, e li que outra hora eu tava ouvindo os discos dela. conclusão? voltei a ouvir e me apaixonar.

como é bom morrer de amor e continuar vivendo.

***

como está sendo ainda melhor não estar morrendo de amor, nem de tristeza, nem de excessos de sentimentos. é melhor me manter leve, equilibrada e ocupada.

ontem eu voltei a malhar - e lembrei o quanto isso vai me fazer bem.
ontem eu voltei pra um set - e lembrei o quanto o rio é maravilhoso, o quanto eu não tenho mais saco pra set.
ontem eu me ocupei até o fim do dia - e lembrei o quanto é bom uma noite de sono bem dormida depois de um dia cheio.

todos os dias eu aprendo tanto, mas tudo que eu aprendo de alguma forma está aqui. por isso eu digo que lembro, mas quando lembro reaprendo.

***

essa coisa de aprender é algo interessante.

dudu sempre dizia que a sensação que me trazia mais desconforto era me sentir burra. e ele estava certo. mas eu consegui mudar.

não sei se exatamente mudar... resignificar! eu continuo não gostando de me sentir burra. ainda é a sensação mais odiosa possível - afinal de contas, aqui em casa, essa opção é impensável. e a inteligência lógica, social e cultural são necessidades básicas. por outro lado, a inteligência financeira ficou de lado na minha educação - e ai agora me resta aprender. pqe só me sentir burra não vai resolver absolutamente nada. 

com isso eu aprendi que eu gosto muito mais de aprender do que eu achava; e talvez seja exatamente por isso que eu me sinto hoje tão capaz de tudo. eu não tenho medo de aprender nada - mas nem tudo me interessa, e esse lugar do equilíbrio é o que eu quero.

***

'e lá se vai mais um dia...'

***

já é a terceira caneca de café; e o terceiro baseado. o café já tá quase frio. eu já to muito acelerada.

'batidas na porta da frente. é o tempo...'

meu deus, como nana caymmi vai fazer falta. ta aí. bolsomínion ferrenha; ainda bem que passou a minha relação com a raiva política. imagina eu não conseguir aproveitar essa maravilha.






terça-feira, 6 de maio de 2025

a delícia da incerteza

quando toda essa convulsão revirou minha vida de cabeça pra baixo, primeiro eu precisei parar para pegar ar - não foi fácil e eu precisei fazer muita fumaça; não foi fácil e eu descontei na comida, ou na absoluta falta de vontade dela; não foi fácil e eu me entreguei a todos os meus vícios, desejos e descontroles.

passaram-se alguns dias, as ideias já estão mais claras na minha cabeça, e o plano de ação já está traçado. 

"i know im not perfect, but i can smile and i hope that you see this heart behind my tired eyes".

***

a brincadeira agora é abraçar o presente, planejando o futuro com entusiasmo e abrindo as portas para o desconhecido, o novo, o velho e o que tá ao meu redor. a ideia é deixar a vida ir tomando o seu rumo e ir entendendo de volta quem eu sou, como eu funciono na minha individualidade, quais são os meus desejos que eu quero fortalecer e quais são os que me fazem mais mal que bem e que precisam ser evitados. deixar a vida me levar no sentido mais presente dessa palavra. voltar pra mim. voltar para quando eu tinha poucas expectativas da felicidade e conseguia ser feliz em absolutamente qualquer tipo de situação - sem tanta auto cobrança, sem tanta necessidade de me afirmar. mas com o objetivo de me amar, me ouvir e me entender.

quando eu penso na minha relação com o meu corpo e com a rotina, o quanto isso nunca fez parte dos meus desejos... e hoje eu me vejo querendo a minha saúde e meu corpo bonito como objetivo importante na minha lista de prioridades. eu olho pra mim e quero me cuidar, quero me amar mais, quero me ouvir e me conhecer mais.

o que eu gosto? eu definitivamente não gosto de ficar rolando o celular infinitas horas sem objetivo aparente, e quando eu me pego nesse lugar eu tenho na mesma hora o desejo de sair dela. mas ai eu me percebo sem saber 'o que eu gosto?', 'o que eu quero?', 'como eu ocupo o meu tempo sozinha sem ser trabalhando?'. 

esse é o desafio de agora, aprender a sentir mais prazer em gastar tempo comigo. agora eu tenho 20 minutos. eu vou aproveitar que me sinto ótima, e vou cuidar de mim. vou vestir minha roupa pra malhar daqui a pouco, me arrumar, me cuidar.




quarta-feira, 5 de março de 2025

o que eu amo?

eu amo muitas pessoas. e amo essencialmente todas as pessoas. e todas as coisas. e todos os lugares.

a menos que não.

eu não sei o que eu amo fazer quando não há o que fazer.
aquelas infindas horas de desinteresse. infinitas horas de rolar feed; de me achar sem espirito e sem tesão.

como completar? onde anda minha propria completude?


*

eu gosto de musica brasileira. muito.

e eu talvez devesse viver, estudar e consumir ainda mais. não como algo "on the side" como eu venho fazendo ja há tanto tempo; mas como aquela coisa primordial e absoluta de onde tudo parte.

como agora, que eu pensei em nana caymmi [onde vc estiver, não se esqueça de mim]

e ai resolvi escutar um pouco mais do que ela tem pra me cantar.
busquei na memória um album dela que eu ouvi muito quando era nova. pela capa não consegui lembrar.
resolvi experimentar qualquer um que eu achei a capa familiar.

RETRATOS, 2004.

2004. o que será que eu estava ouvindo naquele ano?

*

em 2005 (há 20 fucking anos) o zeca baleiro lançava 'baladas do asfalto e outros blues'. 
e esse disco é o que eu mais ouvi dele; o que eu mais gosto também.

mas isso é chover no molhado;

[ouvimos pqe gostamos ou gostamos pqe ouvimos?]

*

importa o questionamento.

*

genuimanete, me importo tão somente com como eu vou comigo mesma me acompanhar e me abraçar por toda a minha vida - com meus erros; acertos; tombos. só eu vou me ver quando eu me paralisar, ou quanto eu estiver em ponto de ebulição.

[me de um beijo meu amor; só eu vejo o mundo com meus olhos...]

2025 roller coaster do caralho

5 de março e eu já vivi uns 14 anos em 2 meses.

e olha que não teve brasil; não teve carnaval. não teve a ÚNICA fucking thing que tava mantendo a minha sanidade em algum nível aceitável na sociedade.

ai qq deu? atrasou a caralha do green card mais do que eu achei que fosse atrasar :)
conclusão?
sem lulu no rio; sem lulu no carnaval; sem lulu em lulu. tá faltando alma.

eu passei o ano usando a frase "tudo bem, pqe no carnaval eu vou estar no rio". pobi de mim.
não tive. não tava. não deu.

deu foi efeito rebote.

bateu um pre carnaval da depre, uma choradeira solta - que só foi contido com uma noite de fantasia, axé, funk e música de carnaval. mas naquela energia leve familiar e zero caótica. foi o que deu era o que tinha. - ai passou essa noite, bateu 3x mais a bad e misturou com raiva [de mim e da minha inação].

**

família / amor / casamento / trabalho / filhos / dinheiro / sucesso / paz / projetos de longo prazo / calma / alegria estampada / pessoas que são minhas de verdade / felicidade em excesso / sorrisos em sofreguidão / tesão / flerte / paquera / alma / beijo / cheiro / gosto / sabor / cama / colo / abraço / café / casa

quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

o último post de 2024 ficou para 2025

passou a crise. antes de mais nada. pq eu tava o puro suco do drama no último post mesmo de 2024.

:)


2024 me fechou como um presente absurdo. foi TANTO aprendizado, tanta gratidão, tanta coisa boa, tanta felicidade, que eu resignifiquei tudo. coloquei tudo em uma outra perspectiva, e vi o quanto eu sou sortuda, feliz, e quanto eu preciso aprender e ver e entender o outro como ele é, e não como eu gostaria que ele fosse.

serve para tudo.