sunday nigts
domingo, 19 de janeiro de 2020
sexta-feira, 17 de janeiro de 2020
me sentindo produtiva (e cega) (sem querer pegar o óculos no quarto para não acordar dudu)
no date frustrado eu disse que estava amando não me sentir produtiva.
que eu tava tão cansada de ter sido tão produtiva por tanto tempo, que isso me cansou.
mas a verdade é que ontem, apesar de ter sido um dia muito cansativo, estressante e cheio de coisas - o que me deixou um pouco/muito overwhelmed, junto com TPM, raiva e cansaço - eu lembrei como é me sentir produtiva e gostar das coisas que eu faço, depois de muito tempo.
olha, energia, essa coisa louca.
eu comecei a escrever e já me apareceu uma potencial cliente nova.
é isso. eu reclamo reclamo desse trabalho da BBA.
mas tá ficando realmente bonito.
e coisas realmente bonitas me deixam animada.
eu só gosto mesmo é de ter companhia para fazer as coisas.
acho que é isso meu maior defeito profissional. a dependência de alguém.
acho que isso é meu maior defeito na vida. hehe
enfim.
lembrei que tenho outra reunião legal em breve. e tenho que me arrumar.
mas to realmente com pena de acordar dudu.
mas ao mesmo tempo quero estar bonita.
se bem que tem chance dele já estar acordado só mexendo no celular.
hehehe
já acabei meu café. já fiz todo o trabalho da tali. já respondi a mari. já confirmei a reunião das 10. já to pensando no que fazer com a BBA. tenho reunião com a luanna hoje. vai ser um dia bom.
que eu tava tão cansada de ter sido tão produtiva por tanto tempo, que isso me cansou.
mas a verdade é que ontem, apesar de ter sido um dia muito cansativo, estressante e cheio de coisas - o que me deixou um pouco/muito overwhelmed, junto com TPM, raiva e cansaço - eu lembrei como é me sentir produtiva e gostar das coisas que eu faço, depois de muito tempo.
olha, energia, essa coisa louca.
eu comecei a escrever e já me apareceu uma potencial cliente nova.
é isso. eu reclamo reclamo desse trabalho da BBA.
mas tá ficando realmente bonito.
e coisas realmente bonitas me deixam animada.
eu só gosto mesmo é de ter companhia para fazer as coisas.
acho que é isso meu maior defeito profissional. a dependência de alguém.
acho que isso é meu maior defeito na vida. hehe
enfim.
lembrei que tenho outra reunião legal em breve. e tenho que me arrumar.
mas to realmente com pena de acordar dudu.
mas ao mesmo tempo quero estar bonita.
se bem que tem chance dele já estar acordado só mexendo no celular.
hehehe
já acabei meu café. já fiz todo o trabalho da tali. já respondi a mari. já confirmei a reunião das 10. já to pensando no que fazer com a BBA. tenho reunião com a luanna hoje. vai ser um dia bom.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
this girl can
she can wake up early
or late
or wake up early, and go back to bed, and sleep for another hour
she can wake up and stay in bed
or go directly to the office
or to the couch
or to the balcony
or to the kitchen
she can have coffee
or coke
or water
or she can set a beautiful coffee table with all the yummy breads and butters
she can call a friend
or mom
or play dido
or devendra
or o terno
or caetano
or whatever she wants
she can learn how to play the guitar
she can not learn a new move for over a month
or take daily classes
she can write on her blog
listening to dido
while she should be working
just because
she can
and if there's something this girl can
is everything
or late
or wake up early, and go back to bed, and sleep for another hour
she can wake up and stay in bed
or go directly to the office
or to the couch
or to the balcony
or to the kitchen
she can have coffee
or coke
or water
or she can set a beautiful coffee table with all the yummy breads and butters
she can call a friend
or mom
or play dido
or devendra
or o terno
or caetano
or whatever she wants
she can learn how to play the guitar
she can not learn a new move for over a month
or take daily classes
she can write on her blog
listening to dido
while she should be working
just because
she can
and if there's something this girl can
is everything
domingo, 12 de janeiro de 2020
luz do sol
(chegando em breve. ainda são 6 e poucas. o sol ainda não raio.)
mas gal já canta.
estou na varanda.
nas deliciosas novas cadeiras que mafe trouxe.
mafe veio.
tirou de mim a minha agonia maior dos últimos tempos.
as meninas e os gatos.
a bagunça.
o cheiro de areia de gato.
o descaso com as minhas coisas.
eu realmente não gosto nem um pouco desse sentimento.
eu nao me sinto confortável com esse sentimento de estranhamento.
que ficou depois que trocamos os apartamentos.
mas se eu tiver que escolher o estranhamento ou a minha casa bagunçada, eu fico com o estranhamento sem pensar nem uma vez.
é realmente um dos meus maiores prazeres na vida acordar e sair do meu quarto e olhar pra casa e ela estar linda, arrumada, cheirosa, solar.
esperar o sol nascer e vir lambendo e beijando a casa aos pouquinhos.
eu espero que as nuvens não impeçam o sol de brilhar dentro da minha sala.
o céu já está ficando cor de algodão doce. o sol já está nascendo.
mas eu preciso que a luz dele se extenda por toda a casa, por toda a sala, por toda a vida.
***
luz do sol, que a folha traga e traduz em verde novo, em folha, em graça, em vida, em força, em luz.
***
isso de acordar cedo...
eu adoro mesmo.
o único problema é essa mania que eu tenho de esquecer os óculos na cabeceira e depois ficar aqui digitando absolutamente cega,
acendi a última ponta do meu beck.
é domingo.
eu posso passar o dia chapadinha.
por que não começar antes de passar o café, antes do sol nascer?
***
era tão tão a ponta que no primeiro peguinha já apagou o baseado.
não vai dar nem ondinha.
that's fine.
se eu quiser daqui a pouco eu aperto outro baseado.
ou passo o café.
ou lavo roupa de cama.
ou só lavo roupa normal mesmo.
eu posso também fazer um café da manhã delicioso em família.
depois tenho tudo do aniversário.
aii que coisa rica.
hoje dorinha faz aniversário e vamos comemorar aqui em casa numa mini festinha surpresa com os amigos e as crianças maravilhosas que eu sou tão apaixonada.
***
é muito louco isso de como as crianças com quem convivemos fazem diferença na vontade que temos de ter as nossas.
quando eu estou com os filhos das minhas amigas: eric, antonia, matteo, dora, alice, dani, flora... eles são tão bem educados, são pessoas que me dão fé na vida, no mundo. são crianças ensinadas a fazerem o mundo melhor.
elas me dão orgulho e vontade.
ai de repente a gente cai na bobagem de passar tempo demais com crianças mimadas demais, postas de escanteio demais, que usam demais o celular, e a gente se percebe com preguiça de ter uma.
é que educar não é fácil.
mas ao mesmo tempo, eu acho que a chance de uma boa educação criar uma boa pessoa é muito alta. eu olho pros filhos dos meus anigos e percebo um total de 100% de aproveitamento entre os pais que são presentes, carinhosos, preocupados.
não pode ser também assim tão difícil quanto pintam criar um bom ser humano.
i mean...
claro que é difícil pra caalho criar um ser humano qualquer.
mas eu só acho que criar um bom ou um mediano dá o mesmo nível de trabalho.
***
e não me entenda mal (caguei também pro que quer que quem quer que seja entenda), mas por bom ser humano eu to dizendo bom mesmo. crianças conscientes, amadas, que respeitam o próximo, o planeta, os bichos, crianças que crescem com consciência, com presença. crianças que não são ridiculamente mimadas, mas sim ridiculamente amadas, que se tornam adultos seguros, felizes, e não mini fascistas super autocentrados e absolutamente poderosos de um poder que não interessa a nada e a ninguém.
***
olha pra onde essa conversa descambou. filhos.
pra que tê-los?
a única coisa parecida com isso nos meus planos agora é pastrami e a van.
sem filhos até segunda órdem.
vamos voltar a nos cuidar com toda a proteção possível.
porque se tem uma certeza que eu tenho, é que eu não quero ser mãe agora de jeito nenhum.
mas sobre o dia e o sol nascente.
tá cada vez mais claro o céu.
já é dia, se é que me entende.
mas se o sol tá nascendo lá na praia, por trás das nuvens, e eu não estou vendo, é porque não conta né?
o dia bem que podia começar do jeitinho que eu sonhei. bem solar. bem colorido. bem especial.
não vai.
nem adianta sofrer.
tem coisas pelas quais não adianta sofrer.
basicamente, todas as coisas, mas a gente fica menos aliviado de não sofrer quando é algo realmente sério.
isso não é sério. embora seja.
pode parecer uma grande bobagem, mas o sol realmente muda tudo em mim.
embora ontem tenha sido um dia feio, e lindo.
feio pelo sol, digo.
mas lindo porque saiu exatamente como planejado.
descansei, organizei, limpei, deixei tudo exatamente do jeitinho que eu queria.
as escolhas da vida da gente mudam sempre e o tempo todo.
faz parte.
mas acho que eu entendi que a sabedoria para não doer é sentir.
e viver o que se sente.
quero. ok. corro atrás pra conseguir.
tá bom. quero manter. corro atrás pra fortalecer.
não quero mais. bom também. muda.
TUDO MUDA O TEMPO TODO.
a luisa que começou a escrever aqui já não é mais a mesma.
já sou outra, mais feliz, com mais frio, um pouquinho menos incomodada com a falta de óculos (ou mais adaptada), curtindo a música.
curtindo rubel agora.
viajando lá pra aquele último verão inteiro em floripa.
4 anos se passaram.
4 anos de todas as coisas mais leves, da época em que (tirando o fim de 2019) eu me senti mais leve.
que delícia ter tido esse fim de 2019 perfeito.
sou tão grata por ter vivido tudo da forma como devia ser.
***
peguei o óculos.
não o certo, com o melhor grau, mas sim o que fica na sala, o antigo. que eu preciso, no caso, trocar a lente.
mas já ajuda.
seria melhor se não tivesse tão sujo.
mas to com preguiça de ir lá dentro limpar o óculos agora.
prefiro escrever com ele assim, meio embaçado mesmo.
é bom que eu fico na dúvida se é da lente suja ou do grau que mudou tanto que o óculos quase não serve mais.
***
isso do olho é uma coisa bem enjoada. que me incomoda bastante mesmo.\
***
parei pra fazer uma foto e um post nos meus stories do visual.
tá meio pemba.
que saco.
tudo bem.
também já chega de escrever.
é muito pensamento.
e pouco café.
vou fazer meu café!
mas gal já canta.
estou na varanda.
nas deliciosas novas cadeiras que mafe trouxe.
mafe veio.
tirou de mim a minha agonia maior dos últimos tempos.
as meninas e os gatos.
a bagunça.
o cheiro de areia de gato.
o descaso com as minhas coisas.
eu realmente não gosto nem um pouco desse sentimento.
eu nao me sinto confortável com esse sentimento de estranhamento.
que ficou depois que trocamos os apartamentos.
mas se eu tiver que escolher o estranhamento ou a minha casa bagunçada, eu fico com o estranhamento sem pensar nem uma vez.
é realmente um dos meus maiores prazeres na vida acordar e sair do meu quarto e olhar pra casa e ela estar linda, arrumada, cheirosa, solar.
esperar o sol nascer e vir lambendo e beijando a casa aos pouquinhos.
eu espero que as nuvens não impeçam o sol de brilhar dentro da minha sala.
o céu já está ficando cor de algodão doce. o sol já está nascendo.
mas eu preciso que a luz dele se extenda por toda a casa, por toda a sala, por toda a vida.
***
luz do sol, que a folha traga e traduz em verde novo, em folha, em graça, em vida, em força, em luz.
***
isso de acordar cedo...
eu adoro mesmo.
o único problema é essa mania que eu tenho de esquecer os óculos na cabeceira e depois ficar aqui digitando absolutamente cega,
acendi a última ponta do meu beck.
é domingo.
eu posso passar o dia chapadinha.
por que não começar antes de passar o café, antes do sol nascer?
***
era tão tão a ponta que no primeiro peguinha já apagou o baseado.
não vai dar nem ondinha.
that's fine.
se eu quiser daqui a pouco eu aperto outro baseado.
ou passo o café.
ou lavo roupa de cama.
ou só lavo roupa normal mesmo.
eu posso também fazer um café da manhã delicioso em família.
depois tenho tudo do aniversário.
aii que coisa rica.
hoje dorinha faz aniversário e vamos comemorar aqui em casa numa mini festinha surpresa com os amigos e as crianças maravilhosas que eu sou tão apaixonada.
***
é muito louco isso de como as crianças com quem convivemos fazem diferença na vontade que temos de ter as nossas.
quando eu estou com os filhos das minhas amigas: eric, antonia, matteo, dora, alice, dani, flora... eles são tão bem educados, são pessoas que me dão fé na vida, no mundo. são crianças ensinadas a fazerem o mundo melhor.
elas me dão orgulho e vontade.
ai de repente a gente cai na bobagem de passar tempo demais com crianças mimadas demais, postas de escanteio demais, que usam demais o celular, e a gente se percebe com preguiça de ter uma.
é que educar não é fácil.
mas ao mesmo tempo, eu acho que a chance de uma boa educação criar uma boa pessoa é muito alta. eu olho pros filhos dos meus anigos e percebo um total de 100% de aproveitamento entre os pais que são presentes, carinhosos, preocupados.
não pode ser também assim tão difícil quanto pintam criar um bom ser humano.
i mean...
claro que é difícil pra caalho criar um ser humano qualquer.
mas eu só acho que criar um bom ou um mediano dá o mesmo nível de trabalho.
***
e não me entenda mal (caguei também pro que quer que quem quer que seja entenda), mas por bom ser humano eu to dizendo bom mesmo. crianças conscientes, amadas, que respeitam o próximo, o planeta, os bichos, crianças que crescem com consciência, com presença. crianças que não são ridiculamente mimadas, mas sim ridiculamente amadas, que se tornam adultos seguros, felizes, e não mini fascistas super autocentrados e absolutamente poderosos de um poder que não interessa a nada e a ninguém.
***
olha pra onde essa conversa descambou. filhos.
pra que tê-los?
a única coisa parecida com isso nos meus planos agora é pastrami e a van.
sem filhos até segunda órdem.
vamos voltar a nos cuidar com toda a proteção possível.
porque se tem uma certeza que eu tenho, é que eu não quero ser mãe agora de jeito nenhum.
mas sobre o dia e o sol nascente.
tá cada vez mais claro o céu.
já é dia, se é que me entende.
mas se o sol tá nascendo lá na praia, por trás das nuvens, e eu não estou vendo, é porque não conta né?
o dia bem que podia começar do jeitinho que eu sonhei. bem solar. bem colorido. bem especial.
não vai.
nem adianta sofrer.
tem coisas pelas quais não adianta sofrer.
basicamente, todas as coisas, mas a gente fica menos aliviado de não sofrer quando é algo realmente sério.
isso não é sério. embora seja.
pode parecer uma grande bobagem, mas o sol realmente muda tudo em mim.
embora ontem tenha sido um dia feio, e lindo.
feio pelo sol, digo.
mas lindo porque saiu exatamente como planejado.
descansei, organizei, limpei, deixei tudo exatamente do jeitinho que eu queria.
as escolhas da vida da gente mudam sempre e o tempo todo.
faz parte.
mas acho que eu entendi que a sabedoria para não doer é sentir.
e viver o que se sente.
quero. ok. corro atrás pra conseguir.
tá bom. quero manter. corro atrás pra fortalecer.
não quero mais. bom também. muda.
TUDO MUDA O TEMPO TODO.
a luisa que começou a escrever aqui já não é mais a mesma.
já sou outra, mais feliz, com mais frio, um pouquinho menos incomodada com a falta de óculos (ou mais adaptada), curtindo a música.
curtindo rubel agora.
viajando lá pra aquele último verão inteiro em floripa.
4 anos se passaram.
4 anos de todas as coisas mais leves, da época em que (tirando o fim de 2019) eu me senti mais leve.
que delícia ter tido esse fim de 2019 perfeito.
sou tão grata por ter vivido tudo da forma como devia ser.
***
peguei o óculos.
não o certo, com o melhor grau, mas sim o que fica na sala, o antigo. que eu preciso, no caso, trocar a lente.
mas já ajuda.
seria melhor se não tivesse tão sujo.
mas to com preguiça de ir lá dentro limpar o óculos agora.
prefiro escrever com ele assim, meio embaçado mesmo.
é bom que eu fico na dúvida se é da lente suja ou do grau que mudou tanto que o óculos quase não serve mais.
***
isso do olho é uma coisa bem enjoada. que me incomoda bastante mesmo.\
***
parei pra fazer uma foto e um post nos meus stories do visual.
tá meio pemba.
que saco.
tudo bem.
também já chega de escrever.
é muito pensamento.
e pouco café.
vou fazer meu café!
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
high at the office
o bom de ser dona do meu próprio negócio é que:
eu faço tudo no meu tempo
eu faço quanto dinheiro eu estiver disposta a correr atrás
eu posso parar meu dia pra fumar um baseado ou tomar um banho de banheira
eu trabalho com o pastrami no meu colo
eu organizo as coisas do meu jeito, com cores, canetas, letras, jeitos e tipos
eu como comida feita na hora, em casa, e de acordo com a minha vontade
e se eu tô sem vontade eu posso pedir comida
a parte ruim é muito chata.
mas agora, nesse momento da vida, tá valendo.
eu faço tudo no meu tempo
eu faço quanto dinheiro eu estiver disposta a correr atrás
eu posso parar meu dia pra fumar um baseado ou tomar um banho de banheira
eu trabalho com o pastrami no meu colo
eu organizo as coisas do meu jeito, com cores, canetas, letras, jeitos e tipos
eu como comida feita na hora, em casa, e de acordo com a minha vontade
e se eu tô sem vontade eu posso pedir comida
a parte ruim é muito chata.
mas agora, nesse momento da vida, tá valendo.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
el portal para 2020
chegou a famosa hora de fazer o post de fim de ano do insônia.
completamente diferente do dudu e dos posts temáticos do artur, que são sempre pensados, calculados e bem escritos, por aqui a única coisa que me faz repetir tema é mesmo final de ano.
eu gosto de colocar no papel um balanço do ano e fazer as previsões e os pedidos pra o ano seguinte.
me deixa com uma sensação de dever cumprido.
me faz parecer que eu cumpri metas: encerrei o ano, pensei sobre ele, escrevi.
é engraçado como 2019 se tornou um ano em que eu mudei completamente a minha compreensão do que são metas e de o que eu preciso para alcança-las.
não quero voltar no tempo e procurar os posts antigos para comparar, mas sei que nos últimos tempos eu só vim pedindo saúde: física, emocional e financeira. e tá rolando.
eu to me entendendo melhor, me gostando mais.
esse ano foi um ano fundamental no meu processo de auto conhecimento - bem como todos os outros.
eu amo o fim de ano porque ele nos faz perceber o como a gente aprendeu (ainda que o dudu diga que eu tenha muita dificuldade de lidar com as minhas fraquezas de conhecimento, aprender me deixa bem auto-orgulhosa).
se eu tiver que destacar as coisas mais legais e felizes desse ano (e eu vou de frente pra trás pq eu penso no que ta mais fresco na cabeça)
eu to acabando o ano me amando muito, feliz, satisfeita, entendendo que a vida pode ser muito mais leve, mais facil, mais gostosa.
eu senti que eu voltei a mim e voltei a ser eu. eu estou otimista, feliz, leve, porém olhando para as coisas com mais sabedoria que antes, sem o excesso que fazia as coisas parecerem mais necessárias do que de fato são,
eu to muito mais feliz de ter me reencontrado com a minha sensualidade e a minha sexualidade. eu me sinto mais viva aos 30 anos. eu me gosto, eu me desejo, eu acho que eu mereço ser gostada e desejada.
opa. eu tenho 31. whatever. isso não me incomoda. eu to em paz com o tempo.
o tempo desse ano fez meu corpo de menina se entender como corpo de mulher e eu amo ele. eu amo meu corpo e exatamente onde ele está. eu tenho me deixado afetar menos por tudo que não me cabe. inclusive esses padrões de perfeição que 1) são quase impossíveis de serem alcançados 2) POR QUE?
eu acho que eu comecei a me perguntar o porquê de todas as coisas que me traziam ansiedade - e pra isso eu devo meu muito obrigada a bruno e a fluoxetina e a mim mesma muito.
eu fui ao brasil esse ano, lembrar de mim, me encontrar, viver o que eu precisa, queria, desejava e sentia.
e sim, foi muito difícil de voltar a vida real depois de viver dias de plenitude e delicia total.
mas eu gostei de voltar também. de reencontrar essa luisa das férias no dia a dia. na vida real. no espelho.
eu gostei de tudo que eu andei profissionalmente esse ano, de todos os clientes que eu fiz, e de todas as conexões que eu fiz, de como meu nome ganhou um peso ligado a minha personalidade que me orgulha - me orgulho tanto das pessoas que admiram isso em mim quanto das que não.
eu aliás amo saber que as pessoas que não gostam de mim pela minha posição política estão com bode de mim - eu quero elas bem longe mesmo.
esse foi um ano que se eu estive perto de alguém foi porque eu quis. eu cortei todas as relações bobas e que não me somavam nada. eu cortei e não me arrependo nem por um segundo.
claro que tiveram também todas as brigas.
foi um ano de muitas brigas. eu estava um barril de pólvora.
e não estávamos todos?
a sensação que eu tive é que o mundo estava todo a beira de um ataque de pânico.
eu acho mesmo que 2019 foi um fim de década de se comemorar.
a gente entrou nele falando sobre como estava tudo do avesso e a gente ta saindo dele (como sociedade, na minha bolha pelo menos) falando de saúde mental, auto respeito, amor.
foi um ano também de coisas muito especiais: os dois shows da dido, os dois show de sandy e junior, o show do caetano, as mil idas a disney, as pequenas deliciosas viagens, as visitas que vieram alegrar meu ano, a empresa quando estava crescendo muito, as viagens e as amizades sempre tão fortes e presentes.
eu fiquei muito perto de todo mundo que eu gosto esse ano, mesmo que por telefone. eu não me sinto distante agora. eu me sinto conectada. no cosmos, em mim, no todo. eu me sinto feliz.
eu fumei muita maconha em 2019. eu acho que foi o ano que eu me percebi como maconheira, e acho que isso foi muito legal e que me fez muito bem. não quer dizer que eu não me preocupe com os rumos disso. eu acho que eu ando bem consciente do quanto eu estou fumando e não quero que isso atrapalhe meus próximos passos.
quando eu penso nesse ano eu realmente penso muito nas infinitas vezes que eu fui a disney. o que eu amo, embora tenha sido um pouco mais do que deveria hehe. mas eu lembro disso com muita alegria.
eu lembro desse ano sobretudo com ara, disney, brasil e fluxoetina hehe
eu sinto que eu entrei no ano acelarada, assoberbada, agitada e to saindo dele mais consciente, mais presente, mais calma.
mais me amando, mais me respeitando, mais me conhecendo, mais conversando, mais certa das minhas conexões, das minhas convicções e dos meus desejos.
eu realmente amo olhar pra mim hoje.
é impressionante o como esse ano foi sobre auto-amor, embora tenha sido meu ano menos auto confiante.
eu acho que foi um ano que eu tive picos tão altos de sucesso e fracasso, que isso me fez perceber como a única coisa que eu tinha em absolutamente todos os momentos para me acalmar e me ajudar era eu. embora eu tenha tido o dudu em quase todo o tempo (e thank god que eu tenho ao meu lado a melhor pessoa que já pisou nesse planeta. o cara mais maneiro, e parceiro, e foda. putz. eu saio desse ano muito feliz de andar de mãos dadas com esse cara. ele é incrível. e o tanto que ele se doou por mim, e o tanto que ele fez pra me entender e respeitar meus tempos e minha coisas. uau. eu não sei como agradecer. eu tento, sendo honesta, leal, real, gentil e parceira. formamos uma boa dupla).
eu acho que eu vou ficar aqui pensando no ano, voltando nas coisas, e no final são essas as sensações que ficam. meus amigos, os que eu fiz ou me aproximei esse ano, foram muito importantes e presentes, minhas relações de trabalho amizade sempre cruzadas e confusas, que geram amor e problemas - e ai vou tentando me entender com isso, com cuidado, zelo e respeito. por quem eu amo e por mim.
teve também quem eu tive cada vez mais preguiça e distância. teve quem eu quis mais perto.
ano louco.
e parece que passou quase todo no automático.
o começo muito marcante, o final muito importante, o meio um pouco de altos, eu suspensa numa bolha de auto odio, estresse, insonia, ansiedade, panico, medo. uau. ainda bem que eu não sei nem por onde anda aquela luisa.
eu não sinto a menor saudade dela. a menor.
oh my god. esse ano eu consegui ser a minha melhor versão, e a minha pior.
mas eu precisei da pior para encontrar a melhor.
entao eu me perdoo por toda a confusão causada.
e eu espero que o mundo - e ai quem se sentiu lesado por aquela luisa - me perdoe também. e eu sei que vai. do jeito certo, na hora certa.
"não tenho pressa, mas tenho preço."
diz zeca baleiro agora.
acho que ele está certo.
o que importa é que ninguém bateu em minha porta e ninguém morreu por mim.
não tenho nada, só tenho o que me falta e o que me basta.
eu quero ficar só.
o que não é preciso... então pra que chorar? quem tá no fogo está pra se queimar.
caralho.
essa é com certeza a música perfeita pra esse fim de ano.
e eu nunca tinha prestado a menor atenção nela.
e ela me veio aqui, como uma luva, como uma epifania. como um recado de deus me dizendo pra ficar em paz com tudo isso.
uau.
incrível.
eu amo quando a vida faz disso - ajuda a gente a resignificar tudo de forma que se encaixe perfeitamente na nossa vida.
***
planos para 2020
ter uma van :)
viajar o país
estar mais conectada comigo, com meu eu, meu corpo, meu sexo, meu tempo.
completamente diferente do dudu e dos posts temáticos do artur, que são sempre pensados, calculados e bem escritos, por aqui a única coisa que me faz repetir tema é mesmo final de ano.
eu gosto de colocar no papel um balanço do ano e fazer as previsões e os pedidos pra o ano seguinte.
me deixa com uma sensação de dever cumprido.
me faz parecer que eu cumpri metas: encerrei o ano, pensei sobre ele, escrevi.
é engraçado como 2019 se tornou um ano em que eu mudei completamente a minha compreensão do que são metas e de o que eu preciso para alcança-las.
não quero voltar no tempo e procurar os posts antigos para comparar, mas sei que nos últimos tempos eu só vim pedindo saúde: física, emocional e financeira. e tá rolando.
eu to me entendendo melhor, me gostando mais.
esse ano foi um ano fundamental no meu processo de auto conhecimento - bem como todos os outros.
eu amo o fim de ano porque ele nos faz perceber o como a gente aprendeu (ainda que o dudu diga que eu tenha muita dificuldade de lidar com as minhas fraquezas de conhecimento, aprender me deixa bem auto-orgulhosa).
se eu tiver que destacar as coisas mais legais e felizes desse ano (e eu vou de frente pra trás pq eu penso no que ta mais fresco na cabeça)
eu to acabando o ano me amando muito, feliz, satisfeita, entendendo que a vida pode ser muito mais leve, mais facil, mais gostosa.
eu senti que eu voltei a mim e voltei a ser eu. eu estou otimista, feliz, leve, porém olhando para as coisas com mais sabedoria que antes, sem o excesso que fazia as coisas parecerem mais necessárias do que de fato são,
eu to muito mais feliz de ter me reencontrado com a minha sensualidade e a minha sexualidade. eu me sinto mais viva aos 30 anos. eu me gosto, eu me desejo, eu acho que eu mereço ser gostada e desejada.
opa. eu tenho 31. whatever. isso não me incomoda. eu to em paz com o tempo.
o tempo desse ano fez meu corpo de menina se entender como corpo de mulher e eu amo ele. eu amo meu corpo e exatamente onde ele está. eu tenho me deixado afetar menos por tudo que não me cabe. inclusive esses padrões de perfeição que 1) são quase impossíveis de serem alcançados 2) POR QUE?
eu acho que eu comecei a me perguntar o porquê de todas as coisas que me traziam ansiedade - e pra isso eu devo meu muito obrigada a bruno e a fluoxetina e a mim mesma muito.
eu fui ao brasil esse ano, lembrar de mim, me encontrar, viver o que eu precisa, queria, desejava e sentia.
e sim, foi muito difícil de voltar a vida real depois de viver dias de plenitude e delicia total.
mas eu gostei de voltar também. de reencontrar essa luisa das férias no dia a dia. na vida real. no espelho.
eu gostei de tudo que eu andei profissionalmente esse ano, de todos os clientes que eu fiz, e de todas as conexões que eu fiz, de como meu nome ganhou um peso ligado a minha personalidade que me orgulha - me orgulho tanto das pessoas que admiram isso em mim quanto das que não.
eu aliás amo saber que as pessoas que não gostam de mim pela minha posição política estão com bode de mim - eu quero elas bem longe mesmo.
esse foi um ano que se eu estive perto de alguém foi porque eu quis. eu cortei todas as relações bobas e que não me somavam nada. eu cortei e não me arrependo nem por um segundo.
claro que tiveram também todas as brigas.
foi um ano de muitas brigas. eu estava um barril de pólvora.
e não estávamos todos?
a sensação que eu tive é que o mundo estava todo a beira de um ataque de pânico.
eu acho mesmo que 2019 foi um fim de década de se comemorar.
a gente entrou nele falando sobre como estava tudo do avesso e a gente ta saindo dele (como sociedade, na minha bolha pelo menos) falando de saúde mental, auto respeito, amor.
foi um ano também de coisas muito especiais: os dois shows da dido, os dois show de sandy e junior, o show do caetano, as mil idas a disney, as pequenas deliciosas viagens, as visitas que vieram alegrar meu ano, a empresa quando estava crescendo muito, as viagens e as amizades sempre tão fortes e presentes.
eu fiquei muito perto de todo mundo que eu gosto esse ano, mesmo que por telefone. eu não me sinto distante agora. eu me sinto conectada. no cosmos, em mim, no todo. eu me sinto feliz.
eu fumei muita maconha em 2019. eu acho que foi o ano que eu me percebi como maconheira, e acho que isso foi muito legal e que me fez muito bem. não quer dizer que eu não me preocupe com os rumos disso. eu acho que eu ando bem consciente do quanto eu estou fumando e não quero que isso atrapalhe meus próximos passos.
quando eu penso nesse ano eu realmente penso muito nas infinitas vezes que eu fui a disney. o que eu amo, embora tenha sido um pouco mais do que deveria hehe. mas eu lembro disso com muita alegria.
eu lembro desse ano sobretudo com ara, disney, brasil e fluxoetina hehe
eu sinto que eu entrei no ano acelarada, assoberbada, agitada e to saindo dele mais consciente, mais presente, mais calma.
mais me amando, mais me respeitando, mais me conhecendo, mais conversando, mais certa das minhas conexões, das minhas convicções e dos meus desejos.
eu realmente amo olhar pra mim hoje.
é impressionante o como esse ano foi sobre auto-amor, embora tenha sido meu ano menos auto confiante.
eu acho que foi um ano que eu tive picos tão altos de sucesso e fracasso, que isso me fez perceber como a única coisa que eu tinha em absolutamente todos os momentos para me acalmar e me ajudar era eu. embora eu tenha tido o dudu em quase todo o tempo (e thank god que eu tenho ao meu lado a melhor pessoa que já pisou nesse planeta. o cara mais maneiro, e parceiro, e foda. putz. eu saio desse ano muito feliz de andar de mãos dadas com esse cara. ele é incrível. e o tanto que ele se doou por mim, e o tanto que ele fez pra me entender e respeitar meus tempos e minha coisas. uau. eu não sei como agradecer. eu tento, sendo honesta, leal, real, gentil e parceira. formamos uma boa dupla).
eu acho que eu vou ficar aqui pensando no ano, voltando nas coisas, e no final são essas as sensações que ficam. meus amigos, os que eu fiz ou me aproximei esse ano, foram muito importantes e presentes, minhas relações de trabalho amizade sempre cruzadas e confusas, que geram amor e problemas - e ai vou tentando me entender com isso, com cuidado, zelo e respeito. por quem eu amo e por mim.
teve também quem eu tive cada vez mais preguiça e distância. teve quem eu quis mais perto.
ano louco.
e parece que passou quase todo no automático.
o começo muito marcante, o final muito importante, o meio um pouco de altos, eu suspensa numa bolha de auto odio, estresse, insonia, ansiedade, panico, medo. uau. ainda bem que eu não sei nem por onde anda aquela luisa.
eu não sinto a menor saudade dela. a menor.
oh my god. esse ano eu consegui ser a minha melhor versão, e a minha pior.
mas eu precisei da pior para encontrar a melhor.
entao eu me perdoo por toda a confusão causada.
e eu espero que o mundo - e ai quem se sentiu lesado por aquela luisa - me perdoe também. e eu sei que vai. do jeito certo, na hora certa.
"não tenho pressa, mas tenho preço."
diz zeca baleiro agora.
acho que ele está certo.
o que importa é que ninguém bateu em minha porta e ninguém morreu por mim.
não tenho nada, só tenho o que me falta e o que me basta.
eu quero ficar só.
o que não é preciso... então pra que chorar? quem tá no fogo está pra se queimar.
caralho.
essa é com certeza a música perfeita pra esse fim de ano.
e eu nunca tinha prestado a menor atenção nela.
e ela me veio aqui, como uma luva, como uma epifania. como um recado de deus me dizendo pra ficar em paz com tudo isso.
uau.
incrível.
eu amo quando a vida faz disso - ajuda a gente a resignificar tudo de forma que se encaixe perfeitamente na nossa vida.
***
planos para 2020
ter uma van :)
viajar o país
estar mais conectada comigo, com meu eu, meu corpo, meu sexo, meu tempo.
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